domingo, 7 de dezembro de 2008
; caminho certo , até o fim.
Não sei se isto preocupa vocês, ou se sequer se esta idéia cataclísmica já lhes passou pela cabeça. No entanto, é ela que vem tirando o meu sono e até mesmo, minha escassa paciência. Eu aplico minha teoria a cada pequena coisa da vida, mas o que me fez entrar verdadeiramente neste meu atual martírio é, sem mais dúvidas a matemática.
Maldita, decrépita, desgraçada, inútil, exata, enjoativa e insuportável: matemática. Vi-me num fim de um semestre – que chegou rápido e inesperadamente demais -, com nem metade das notas que eu precisava para passar, na minha estimada matemática. Professora particular – nada barata -, dedicação total à matemática e fé. Ai estava, meu caminho certo, o qual eu teria de seguir, e me daria bem.
E assim se seguiu o final do quarto bimestre, uma falsa esperança cresceu dentro de mim, que eu conseguiria e, no fim, recuperação. O caminho certo estava ali: com mapa, coordenadas e tudo o mais. Porque foi tão difícil? Porque eu sentia tanto sono quando mencionava abrir o caderno? Ligar o computador e me perder na Internet, me apeteceu bem mais do que refazer os exercícios.
O que me deixa mais intrigado é que eu estudei, me dediquei, não de corpo e alma, mais eu me dediquei, e foi um fracasso grande demais. Será que desviei do meu caminho numa encruzilhada qualquer? Ou será, que eu mesmo desisti, virei as costas e voltei por onde tinha vindo?
Agora, passou. E mais uma vez, estou eu aqui, com a obrigação de estudar para a prova final gritando na minha cabeça, mas gritando mesmo, em plenos pulmões, com direito a megafone e cartazes coloridos, que apontam setas para o caminho certo a seguir, sendo que todo este esforço parece se tornar um sussurro, perante ha um gesto para seguir até o caminho errado.
Merda! Vou, quero e posso seguir pelo caminho certo e me ver livre deste maldito empecilho e eu, somente eu, vou conseguir me manter firme, passo após passo, numa jornada, nada longa, que vai decidir meu futuro, vai decidir mais um ano de provações. Despeço-me, para seguir à direita e ir até o fim, até enfim conseguir ultrapassar esta barreira e, encontrar ao fim do vale, minha recompensa, pra poder sorrir. Sem mais.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
; dedicação
de.di.ca.ção sf. 1. Ato ou efeito de dedicar, e esp. de dedicar-se a uma tarefa ou ocupação. 2. Qualidade de quem se dedica a alguém ou algo; absonegação. 3. Sentimento forte de afeição ou respeito; amor, veneração. [Pl.: -ões.]
Mr. Aurélius da Língua Portuguesa: sempre disposto e com as melhores definições do que cada coisa deve significar, seria interessante se tais definições entrassem em nossas mentes e lá permanecessem.
Não, este texto não irá ser sobre algum problema na escola, com a definição de alguma palavra ou o que quer que seja, mesmo que problemas na escola não faltem, o que não vêm ao caso.
Estive pensando no que escrever pro blog e percebi que a definição das palavras nem sempre pode ser levada ao pé da letra, ou na verdade nós não fazemos o que tínhamos que fazer no contexto de tal palavra. Ou no meu caso, se faço, faço de forma errada.
Escolhi uma palavra chave: dedicação. É exatamente a palavra que eu tinha que saber de cor a definição e por em prática, em algumas coisas talvez. O excesso de dedicação em algumas coisas e a falta de dedicação em outras pode fazer a coisa desandar, e é o que está acontecendo comigo.
Ando me dedicando mais a ouvir uma boa música, ver um bom filme e apenas vadiar do que estudar, por exemplo. Não que eu esteja reclamando das horas a fio que passo fazendo coisas inúteis e sem futuro, não, mas o que eu queria saber, era saber dividir. Dividir minha dedicação.
Se eu soubesse como poder separar o tempo de me dedicar a não fazer nada útil e a fazer o que tenho de fazer seria tudo mais fácil. Ou pelo menos não teria de me preocupar tanto em achar um bom lugar, no meio dos nerd's na hora de fazer uma prova de matemática.
Talvez a palavra chave seja outra agora: disciplina. Pois é, mais se disciplinar de uma hora pra outra não vai ser nada fácil, e que isto tudo aqui não fique só aqui, espero poder agir, fazer, não deixar que sejam só palavras.
▫▫▫
olha lá, ele não é feliz! sempre diz: que é do tipo cara valente mas, veja só: a gente sabe, esse humor é coisa de um rapaz que sem ter proteção, foi se esconder atrás da cara de vilão, então, não faz assim, rapaz: não bota esse cartaz! a gente não cai, não!
maria rita - cara valente !
domingo, 3 de agosto de 2008
; pra mim já deu.
Noites em claro, acordar as cinco horas da tarde, dor de cabeça constante, esquecer de coisas importantes, irritar-se facilmente, mau humor, dores no corpo, ficar um dia inteiro - até dois - sem tomar banho, olheiras, excesso de peso. AAAHHH! Pra mim chega!
Eu não estou aguentando mais, o passatempo está se tornando nescessidade, razão de viver. Não pode ser normal ficar acordado madrugadas e mais madrugas, sentado diante de um computador. Vivenciando coisas absurdas, irreais e sem o mínimo sentido.
Tudo em excesso começar a fazer mau. E isto começa a se refletir de fato. Não consigo mais sentar para ver um programa de televisão sem estar com o notebook no cólo. Na escola então, nem me fale. Isto só pode ser loucura!
Viver num mundo perfeito, com profiles, descrições e tudo perfeito não está mais pra mim. Cansei, sério. Eu quero poder acordar disposto às oito da manhã e ir pra escola feliz.
Tchau vício.
Tá, não foi um post descente, foi só um desabafo e nada mais. Se não quiser ler e/ou comentar eu entenderei.
sábado, 5 de julho de 2008
; harry gaunt e mérope potter
De fato, estes dois tem história para contar. Para os que não sabem, Mérope Gaunt foi mãe de Tom Riddle, então arquiinimigo de Harry Potter. E me pergunte, qual a lógica desta união nada provavel? Nenhuma. Isso que os torna especiais, únicos.
Considero-me altamente noob, mais fazer o que? O amor deles é algo contagiante, envolvente. Me faz ter vontade de escrever, vontade até de lutar. (comofas?)
Hoje recebi um vídeo de uma certa pessoa, do filme Atonement (Desejo e Separação, nesta terra de índios). Não me envergonho em dizer que chorei rios de lágrimas ao ver tal vídeo, ele mostra muito do que acontece na história dos personagens, especialmente por tratar de guerra. Talvez não seja só por causa dos personagens que eu tenha chorado, talvez eu esteja mesmo fragilizado com nada, mais estou.
Iara (intérprete de Mérope), espero que possamos salvar nossos personagens nesta batalha que está por vir, que o nosso lado vença, mais eu já me sinto bem sabendo que você ainda vai me amar de manhã, pra todo o sempre...

domingo, 29 de junho de 2008
; rbd
Nossa, de fato eu era fanático, viciado, louco por aqueles mexicanos, que todos, praticamente a maioria não gostava. Fazia de tudo, morreria por eles se fosse possível.
Assumo, acho que até antes de Harry Potter, nunca tive um amor por alguma coisa de forma tão platônica. Nem em relação à HP era como meu amor, fissura por eles.
Acho que agora tenho a resposta de porque era assim, a vontade de ser que eu não era fora maior do que eu. Mais até que foram tempos bons, tempos em que eu era cover, e por sinal fazia meu serviço muito bem, para quem não parecia (nada) fisicamente com quem interpretava.
Me pergunte como acabou, que te responderei. Senso comum. Sim, maldito senso comum que nos diz o que é certo e o que é errado, que faz muitas vezes as escolhas do que devemos seguir. Como tudo tem o lado bom, seguir o que os outros diziam me ajudou a me desprender dessa “doença” e agora sei que não vou nunca me dedicar mais a nada nem ninguém antes de me dedicar a mim, ao que eu sou, com prioridade.

sexta-feira, 27 de junho de 2008
; rumo
É incrível como o tempo pode ser decisivo em nossas vidas, eu não falo de grandes espaços de tempo, meses ou anos. Pelo menos para mim apenas algumas horas foram de fato decisivas, talvez mais decisivas do que quinze anos da minha existência.
A pouco menos de seis horas eu não tinha um rumo. Eu não tinha uma coisa na qual seguir, eu apenas vivia. Vivia, mais vivia algo que eu sabia que não era para viver, confuso, mais é a verdade. Vivia uma vida vazia, sem ideologias, valores ou filosofia de vida.
Basicamente, se me perguntassem o que eu fazia, ou o que eu queria fazer da minha vida, eu parava, pensava e dava de ombros, sem ter uma resposta. Todos (principalmente minha família) cobravam muito isso de mim, queriam que essa resposta que eu não conseguia dar fosse dada, e o mais rápido possível.
Não vou dizer que não procurei pela resposta, na verdade eu ainda não a achei, e penso que vou estar procurando por ela durante muito tempo. Eu só sei que achei uma coisa, pra mim muito mais valiosa que a resposta que tanto procuro.
Achei o amor próprio, e isso é fato. Cheguei de vez à conclusão de que se eu não me amar primeiro, me amar antes de mais nada eu não vou conseguir amar nada nem ninguém, tampouco vou conseguir achar a resposta, achar um rumo.
Certa vez, eu vi num filme, que você tem que ser o protagonista de sua própria vida, é o que eu vou ser a partir de hoje. Chega de ser coadjuvante de uma história que foi escrita pra eu ser protagonista.

segunda-feira, 16 de junho de 2008
; sampa, me aguarde!
